Sérgio Amadeu

“Esse modelo [de disponibilizar livros na rede] está ganhando adeptos porque a maior parte dos autores não vive, e já não vivia, de copyright (direito autoral). Quem vive de copyright é a indústria da intermediação.  [PSAEL – O mesmo vai ocorrer com o material didático. Como bem disse Sílvio Meira em 2000 – “uma coisa é certa: o papel-pra-transmitir, que leva informação entre pontos, vai se tornar relíquia em pouco tempo” – E material didático é papel-pra-transmitir] – Vou te dar um exemplo: Guimarães Rosa era diplomata, Machado de Assis era funcionário público e jornalista, e Mário de Andrade também era funcionário público. O fato é que as redes digitais, ao libertarem o conteúdo do suporte, permitiram que o acesso aos bens culturais fosse democratizado, mas criaram um problema para os modelos de negócio baseados na compra e venda de bens físicos”.
(…)

“Há algum tempo, mais da metade do tráfico da internet é de redes p2p, é de redistribuir e compartilhar arquivos, isso é feito por pessoas comuns. Não é possível dizer que 40 milhões de pessoas são criminosas porque compartilham música e vídeo.”

(*) Leia mais neste link.

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