Archive for July, 2009

Brasileiros leigos x A H1N1

Tuesday, July 28th, 2009

Mais uma vítima (clique aqui)

Roche: primeiros que chegaram

Saturday, July 25th, 2009

Roche (fabricante do Tamiflu): “O armazenamento de antivirais é um elemento importante em um plano de preparação para uma pandemia. Na atual fase pré-pandemica, a Roche atendeu aos pedidos de Tamiflu (fosfato de oseltamivir) realizado pelos governos, órgãos de saúde ou entidades, em um esquema de atendimento imediato aos “primeiros que chegaram”. (Veja doc. da Roche aqui)

A H1N1 Gripe Suína

Friday, July 24th, 2009

The World Health Organisation is investigating a claim by an Australian researcher that the swine flu virus circling the globe may have been created as a result of human error

Adrian Gibbs, 75, who collaborated on research that led to the development of Roche’s Tamiflu drug, said in an interview that he intends to publish a report suggesting the new strain may have accidentally evolved in eggs scientists use to grow viruses and drugmakers use to make vaccines. Gibbs said he came to his conclusion as part of an effort to trace the virus’s origins by analysing its genetic blueprint.

Veja a íntegra aqui.

Friday, July 24th, 2009

Ministro da Saúde fala sobre Tamiflu

Friday, July 24th, 2009

Qual a razão de ressuscitar o vírus da Gripe Espanhola?

Friday, July 24th, 2009

Vejam isso:
 http://onlinejournal.com/artman/publish/article_4724.shtml 

Saiba sobre a Gripe Espanhola aqui.

(*) Atenção especial para os seguintes parágrafos de Wayne Madsen:

WMR has learned from a research scientist who has been working on the recreation of the 1918 flu that the genetic material has been re-engineered to synthetically create what is now known as the A/H1N1 virus, or as the Centers for Disease Control (CDC) calls it, the “novel flu.”

NPR and Alaska Public Radio was reporting what was extracted from the 1918 flu victim’s corpse was the H5N1 avian flu virus, but that was erroneous. Or was it? If what was extracted from the dead woman’s body in Brevig Mission was used to synthetically create the current A/H1N1 virus, there is a strain of avian flu in the virus. But the current A/H1N1 virus also contains swine and human flu strains.

What has been relayed by the researcher is that the original 1918 virus was the H1N1 virus. In Bio-safety level 3 (BSL-s) laboratory work that was largely classified, the virus was artificially combined with common H3N2 and a minor gene splice from the H5N1 Eurasian avian flu strain.

In a January 29, 2006, New York Times article by Jamie Shreeve, titledWhy Revive a Deadly Flu Virus?,” it is reported that the 1918 flu had been successfully revived. The article states: “In October, a team of scientists, [CDC’s Terrence] Tumpey among them, announced that they had recreated the extinct organism from its genetic code — essentially the scenario played out in the movie ‘‘Jurassic Park,’’ albeit on a microbial scale. In the movie, the scientists’ self-serving revivification of dinosaurs leads to mayhem and death . . . How dangerous is the 1918 virus to today’s population? Its genetic code is now in public databases, where other researchers can download it to conduct experiments. Scientists from the University of Wisconsin and the National Microbiology Laboratory in Canada have already collaborated to reconstruct the virus from the publicly available sequence. How easy would it be for a bioterrorist to exploit the same information for malevolent ends?”

Previously published in the Wayne Madsen Report.

Tamiflu nos Estados Unidos

Thursday, July 23rd, 2009

TAMIFLU is only available by prescription from your healthcare provider. If you think you have flu symptoms, see your doctor or healthcare provider. Only (s)he can tell you if you have the flu. Remember, you have 48 hours from the time you first experienced symptoms to take TAMIFLU. (clique aqui) e também aqui.

Os brasileiros leigos e a H1N1

Thursday, July 23rd, 2009

Se visitarmos o site dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC – Centers for Disease Control and Prevention) veremos com destaque a seguinte informação:

CDC recommends the use of oseltamivir or zanamivir for the treatment and/or prevention of infection with swine influenza viruses.” – ou seja, o CDC recomenda o uso do Tamiflu (oseltamivir) para o tratamento e/ou prevenção da infecção com vírus na nova gripe.

Aqui no Brasil, o Senhor Ministro da Saúde disse em recente entrevista que o Tamiflu não pode ser usado para prevenção. E na mesma oportunidade comentava sobre o fato de que o Governo Brasileiro havia recolhido todas as unidades disponíveis nas farmácias para evitar a automedicação e oferecer o medicamento à quem precisa.

Algumas perguntas são inevitáveis. Há vários anos, quando foi recomendado para todos os países do mundo para que providenciassem estoques estratégicos de Oseltamivir (Tamiflu) para uma possível pandemia (gripe aviária) – o Governo Brasileiro fez a lição de casa? Realmente fez tal estoque? (veja isso) 

Eu pergunto isso, pois essa decisão de recolher os medicamentos das farmácias é no mínimo estranha e já foi motivo de crítica de vários médicos e profissionais da saúde, como noticiado pela imprensa. Não vi isso ocorrer nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra. Quais países estão tomando tal providência?

Surge a dúvida de que o governo brasileiro, em plena urgência da pandemia, recolheu o Tamiflu dos estoques comerciais das farmácias que estavam à disposição da população para cumprir tal papel. A sociedade quer uma resposta.

O brasileiro Edson Coelho do Nascimento, confiante no exemplar e tão eficiente sistema de saúde pública do Brasil, um leigo para usar a expressão da ilustre Senhora Secretária de Saúde de Diadema, Aparecida Pimenta, ficou desesperado com os protocolos do Ministério da Saúde que estavam sendo seguidos pelos postos de saúde que visitava com a sua filhinha. (clique aqui)

O leigo Edson Coelho do Nascimento questionava os médicos que os sintomas de sua filhinha estavam batendo com os descritos como sendo da nova gripe (H1N1) e que estão sendo amplamente divulgados para a população pela mídia (principalmente).  Tudo indicava que o leigo estava errado e que era caso de gripe comum.

Nesta quinta-feira, dia 23.07.2009, o leigo, o pai da garotinha morta pelo H1N1 de apenas 1 ano e 6 meses, afirma: “Eu duvido que um pai como eu vá achar que o procedimento foi correto.” – É verdade, caro brasileiro, leigo, Edson Coelho do Nascimento, estamos com você. E se eu tivesse em sua situação, teria saído correndo para comprar um Tamiflu nas farmácias ou pegar o medicamento com algum amigo ou vizinho, parentes – seja lá quem o tivesse – procuraria um médico particular (mesmo sem dinheiro para pagá-lo – coisa que resolveria depois) – e pediria socorro para salvar a minha filhinha, já que ela não se encaixava nos muito distintos protocolos do Ministério da Saúde do Brasil. 

Mas não podemos. O Governo Brasileiro mandou recolher todo o nosso estoque (do povo brasileiro) do Tamiflu das farmácias. É, acho que precisamos parar com essa mania de desconfiar do sistema de saúde público brasileiro. Vamos ficar tranquilos que teremos respiradores suficientes nos hospitais, o estoque do Governo de Tamiflu e atendimento correto. Brasileiros! Parem de reclamar, afinal temos o pré-sal. Podemos até comprar a Roche (Fabricante do Tamiflu) se quisermos. Força pessoal! Força.

Google Wave

Tuesday, July 21st, 2009

Cientistas “ressuscitam” vírus da Gripe Espanhola

Saturday, July 18th, 2009

O que você vai ler abaixo é uma notícia de 2005/2006.

Antes veja isso:(clique aqui) e (aqui)

“Cientistas que recriaram em laboratório o vírus da temida gripe espanhola acreditam que o patógeno mais mortal do século XX cobrou um número maciço de vidas devido a uma terrível combinação de inflamação descontrolada do tecido pulmonar com morte celular, segundo artigo publicado na edição desta quinta-feira da revista científica Nature.

A chamada gripe espanhola, que varreu várias regiões do mundo no fim da Primeira Guerra Mundial (1914-18), matou, segundo algumas estimativas, entre 40 e 50 milhões de pessoas, cerca de três vezes mais que o próprio conflito.

O vírus H1N1 poderia contaminar uma pessoa com excelente saúde e matá-la de três a quatro dias, destruindo o tecido pulmonar com uma eficiência tal que o doente às vezes se afogava no próprio sangue.

Em uma experiência nunca antes vista na medicina, cientistas americanos chefiados por John Kash, da Escola de Medicina da Universidade de Washington, em Seattle, viajaram para o Alasca para recolher amostras de tecido de uma mulher, vítima da doença, cujo corpo ficou preservado no solo congelado.

Separando fragmentos do vírus, eles recriaram meticulosamente os oito genes do H1N1, trazendo de volta à vida um assassino visto pela última vez há três gerações.”

(*) Leiam essas notícias abaixo publicadas no G1 em 2006 para reflexões.

Notícia – 01
Notícia – 02